segunda-feira, 28 de julho de 2008

A família Corrêa da Silva (I) (de São Leopoldo)

A FAMÍLIA CORRÊA DA SILVA
Autoria de Diego de Leão Pufal
[atualizado em 25/11/2013]

A família Corrêa da Silva teve início, no Rio Grande do Sul, com a vinda de José Corrêa Ferreira da Silva do Arquipélago dos Açores, Portugal. O patriarca nasceu a 25 de setembro de 1798 na freguesia de Santa Cruz da Ilha Graciosa, Açores, onde foi batizado no dia 08 de outubro do mesmo ano, sendo seus pais: José Corrêa da Silva (às vezes José Corrêa de Mello) e Rosa Joaquina da Trindade (ou também Rosa Joaquina de Jesus, dos Santos ou dos Cherubins), ambos da mesma ilha.
Em meados de 1811, José Corrêa Ferreira da Silva, então com treze anos de idade, deixou sua cidade natal, chegando no mesmo ano ao Brasil agregado à família de João de Quadros Bittencourt, sua esposa, Maria Rosa de Santo Antônio e seus quatro filhos: Manuel, Rosa, Antônio e Maria do Carmo de Quadros Bittencourt. O itinerário e datas da imigração foram declarados pelo próprio José Corrêa quando se habilitou para casar com a mencionada Maria do Carmo, em 1820 (proc. n.º 84/1820 - AHCMPA), ao referir que saiu dos Açores com a “idade de treze annos, pouco mais ou menos, vindo pela Bahia, e logo para o Rio de Janeiro, cidade de depois de dois meses veio para esta terra (Porto Alegre) onde estive alguns tempos, ultimamente se passou para a Freguezia Nova (Triunfo) onde he morador ...", acompanhado da família de sua então futura esposa.
No ano seguinte, em 1821, José e Maria do Carmo já estavam residindo em São Leopoldo, onde batizaram a primeira filha, que levou o nome de Zeferina, seguida pelos irmãos João, em 1823; Veríssimo, em 1824; Manuel, em 1827; Maria do Carmo, em 1830; José, em 1832 e Florisbela, em 1837.
Neste mesmo tempo, em 1835, a Revolução Farroupilha teve início, repercutindo em todo o Estado e fora dele, inclusive em São Leopoldo. Embora se saiba que José Corrêa Ferreira da Silva tenha participado da “revolta”, o papel por ele desempenhado é ainda muito nebuloso, pois apenas se conseguiu apurar que lutou ao lado dos imperiais, sendo, ao menos em 1837, inspetor do sétimo quarteirão de São Leopoldo, quando apreendeu armamentos em poder de alguns colonos alemães. Ainda em meio à Revolução, entre 1837 e 1840, a esposa de José veio a falecer, pois se sabe que, em princípios de 1840, ele já vivia maritalmente com a sua futura segunda esposa, a alemã Carolina Georgina Henriquetta Koch.
Carolina G. H. Koch, por sua vez, nasceu no ano de 1805 em Herzog, no Ducado de Julius-Hutte, Goslar, Hannover, Alemanha, onde se casou com João Frederico Krüger, emigrados em 1825 para o Brasil. Deste casamento nasceram cinco filhos: João Frederico, Carlos Augusto, João Daniel Luiz, Carolina Krüger e Reginaldo Ignácio Krieger, entre os anos de 1827 a 1833. João Frederico Krüger foi um dos principais colonos alemães que participou ativamente da Revolução Farroupilha em desfavor do Governo Imperial, tanto que foi preso em duas oportunidades, a primeira em junho de 1836 e, a segunda, em janeiro de 1837, quando mandado para o Rio de Janeiro[1]. Na ausência do marido, Carolina batizou na igreja evangélica de São Leopoldo um filho de nome Luiz Emmanuel em 1835, dado como filho natural.
A partir de 1840, como referido, José e Carolina passaram a conviver como se casados fossem, pois não poderiam regularizar a situação, já que até então não sabiam se João Frederico Krüger estava vivo ou não, à míngua de qualquer notícia sobre o seu paradeiro. José e Carolina apesar de terem tido mais quatro filhos entre 1841 e 1848, apenas vieram a se casar pela igreja católica em 18 de fevereiro de 1855, em São Leopoldo. Não obstante a tais fatos, o censo realizado pelo Dr. Daniel Hillebrand, médico e mais tarde diretor da Colônia Alemã do Rio dos Sinos, entre 1846-1848, aponta que residiam no segundo quarteirão da Vila de São Leopoldo, dentre outros: José Corrêa Ferreira da Silva, 55 anos, negociante, viúvo; José Corrêa da Silva (filho, 15 anos); Raimundo Corrêa da Silva (filho, 3 anos); Saturnina Corrêa da Silva (filha, ½ ano); além de três escravos: Lisaria, com 33 anos; Maria, com 12 anos e João, com 4 anos, ao passo que Carolina consta como moradora no referido quarteirão, porém, em casa de um dos seus filhos Krüger.
Já em 1855, por ocasião do casamento de José e Carolina, realizaram um contrato de casamento, registrado no Tabelionato de Notas de São Leopoldo, nos termos seguintes:
Escriptura de carta de arras que foram José Corrêa Ferreira da Silva, Carolina Jorgina Henriqueta de contrato de casamento e dote.
Saibão quanto este público instrumento de contracto de casamento, dote e arras vivem, que no ano do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e cincoenta e cinco anos aos dezessete dias do mês de fevereiro do dicto ano, nesta villa de São Leopoldo em meu cartório comparecerão presentes as partes havidas e contratadas, de uma com autorgante José Corrêa Ferreira da Silva, e de outra autorgada Carolina Jorgina Henriqueta, todos moradores desta villa e reconhecidas de mim pelos próprios nomeados do que dou fé, esperando as testemunhas abaixo nomeadas e assinadas por ambos os contraentes me foi dito, que se achando ambos no estado de viúvo, e cada um com cinco filhos do primeiro matrimônio, e tendo vivido ambos a mais de quinze anos em comum e de baixo do mesmo telhado, e querendo passar a uma vida mais regular e satisfatória ao Público e leis sociais, tem deliberado ambos tomarem novo estado a face da Igreja Catholica com as condições seguintes: Que ele José Corrêa Ferreira da Silva receberá a Carolina Jorgina Henriqueta por sua mulher na Igreja Cathólica, o mais breve que for possível, que de cujo matrimônio não haverá comunicação de bens, e nem tão pouco ele José Correia ficará obrigado a dívidas, contratos ou o que o casal do defunto Krüger se ache compromettido de cumprir, pois que nenhum bens deixam e existe para fazer parte deste contrato. .... elle outorgante José Corrêa data a sua futura mulher para que por sua morte passe a seus herdeiros, huma morada de casas que na rua Sacramento nesta villa com frente o leste, o terreno da mesma casa e centro imediato, assim como uma crioulinha de nome Rosa, que terá três anos de idade, tendo no valor a quantia de um conto de réis, sem que seus herdeiros possam mais nunca alegar ou herdar coisa alguma. Que no caso de falecimento dele outorgante ser primeiro, tendo ela outorgada de sobreviver, além do que é ... deixar a sua terça como sua universal herdeira, pelos bens serviços que lhe são prestados e amizade que lhe consagro: Que do ajuntamento que tem havido entre ambos um filho de nome Raimundo, que terá nove á dez anos os quais ambos reconhecem por seu filho e herdeiro
.”[2]
Pouco tempo depois José fez parte da vereança de São Leopoldo, conforme noticiou Germano O. Moehlecke, no livro “São Leopoldo era Assim”, ao informar que da instauração da quarta Câmara de Vereadores, instalada em 07.01.1857, teve ela como presidente: José Corrêa Ferreira da Silva, mesmo cargo que assumiu em 1869.
Em 24 de janeiro de 1874 José Corrêa Ferreira da Silva veio a falecer em São Leopoldo, tendo sido sepultado no cemitério Municipal. O seu inventário foi autuado em 1875, quando declarados os seguintes bens: uma casa situada na Rua do Fogo em São Leopoldo, contendo 45 palmos de frente e 60 palmos de fundos, com duas portas e duas janelas de frente, edificada sobre um terreno com fundos de 150 palmos, dividindo-se por um lado com a casa de Jacob Brass e por outra com a de Mathias Daudt, e pelos fundos com terrenos de D. Catharina Dittmar, avaliada em 4:000$000 (no curso do processo a então inventariante, Carolina Koch, requereu a juntada de um contrato feito em 01/12/1858, respeitante a uma permuta feita pelo casal José e Carolina com Ludwig Bäckel e esposa, cujo objeto era a troca da casa da Rua do Fogo com outra sita na Rua do Sacramento, a qual após foi partilhada); um escravo crioulo de nome Francisco, com 23 anos; três mesas, dois bancos, doze cadeiras, um relógio, um armário pequeno de roupas, duas talhas para água e utensílios de cozinha.
Carolina veio a falecer quatorze anos depois do marido, em 13 de abril de 1888, com oitenta e três anos de idade, deixando, de seu segundo casamento, apenas o filho Raymundo, visto que os demais faleceram em tenra idade.
Da vida de José Corrêa Ferreira da Silva pouco se conseguiu descobrir, em que pese a existência de vários diários por ele deixados, conforme relatos de muitos parentes, aos quais, todavia, não se teve acesso até o momento.
Os descendentes de José e suas duas esposas superam hoje, seguramente, mais de mil pessoas, não só no Estado do Rio Grande do Sul, mas também em outros Estados do país. Apenas para ilustrar, segue uma pequena e resumida síntese das primeiras gerações:
*Do casamento de José Corrêa Ferreira da Silva com Maria do Carmo houve os filhos:
1.1 Zeferina Maria do Carmo, *15/09/1821, bat. 30/09, São Leopoldo. Casou com Manuel José da Câmara, filho de João Antônio de Souza e Maria Angélica de Jesus. É de estranhar o fato deste casal ou descendentes não constar no inventário de José Corrêa Ferreira da Silva, o que faz supor tenham falecido sem geração antes do pai e sogro. Além disso, em 1848, por ocasião do censo realizado pelo Dr. Daniel Hillebrand, não constam como residentes na Colônia Alemã do Rio dos Sinos.
1.2 João Corrêa Ferreira da Silva, *1822/1823, São Leopoldo. Casou a 11/12/1876 em Tupandi/RS com Maria Rosa de Jesus (nos demais registros, apesar de se tratar da mesma pessoa, Maria Filena da Cunha) *Santa Catarina ou Montenegro, filha de Fileno Francisco da Cunha ou Antônio Fileno da Cunha, natural de Santa Catarina e Ana Maria Antônia de Jesus, natural de Santa Catarina (às vezes, Francisca). Em 1848, por ocasião do censo realizado pelo Dr. Daniel Hillebrand, João não consta como residente na Colônia Alemã do Rio dos Sinos. Em 1875, João Corrêa era residente em Montenegro. Encontrou-se sete filhos deste casamento, com descendência em Montenegro, Harmonia, Capela de Santana, Bom Princípio e Tupandi.
1.3. Veríssimo Corrêa Ferreira da Silva, *29/01/1824, bat. 14/02, Capela Santana. Provavelmente tenha falecido em tenra idade, pois o seu nome ou de prováveis descendentes não constam do inventário paterno.
1.4. Manuel Corrêa Ferreira da Silva, *08/12/1827, bat. 26/12, Capela de Santana. Foi tenente e faleceu a 02/03/1866 na Guerra do Paraguai. Casou a 28/10/1860, Santa Maria, com Juliana Luiza Sonnet, *1844, Cachoeira do Sul ou Santa Maria, e falecida em São Leopoldo, filha do sapateiro Bartolomeu Sonnet (*1820, Kreuznach, Alemanha) e de Christina Feldmann (*1827, São Leopoldo/RS). Manuel e Juliana deixaram três filhos: 2.1. Josefina Corrêa da Silva casada com o francês Gustav Maynard, com quem teve sete filhos, com descendência em Porto Alegre; 2.2. João Corrêa Ferreira da Silva, o conhecido João Corrêa que não só construiu várias estradas de ferro no Rio Grande do Sul, como também foi um dos desbravadores de Canela, onde foi Intendente Municipal (Prefeito), assim como de São Leopoldo, dando nome às ruas destas cidades e também nas cidades de Novo Hamburgo e Sapiranga. João Corrêa casou-se com Maria Luiza Frederica Burmeister, com quem teve oito filhos; de outro relacionamento com Bertha Hoffmann, houve mais seis filhos. 3.3. Agnello Corrêa da Silva. Foi engenheiro e sócio do irmão João Corrêa nas estradas de ferro. Casou-se com Amália Paust, com quem teve oito filhos.
1.5. Maria do Carmo da Conceição, *26/02/1830, bat. 25/03, São Leopoldo, tendo casado nesta mesma cidade, com 14 anos, a 01/10/1844, com Mathias Rodrigues da Fonseca, *1822, Freguesia de Figueiro, Portugal, filho de Lourenço Rodrigues da Fonseca e Rosário Fonseca de Jesus. Em 1848, por ocasião do censo realizado pelo Dr. Daniel Hillebrand, constam como residentes na Colônia Alemã do Rio dos Sinos, mais precisamente no “Campo Ocidental”: Mathias Rodrigues, com 26 anos, lavrador e português; sua esposa Maria do Carmo da Conceição, com 19 anos; os filhos José Rodrigues, com 03 anos e Maria do Carmo da Conceição, com 01 ano. Já 1859 moradores no Forromeco, em São Sebastião do Caí. O casal teve onze filhos que seguiram com o sobrenome “Rodrigues da Fonseca”, com descendência principalmente em Bom Princípio e cidades vizinhas. Deste casal descendem alguns membros das famílias: Chassot, Luft, Fonseca Ely, Bins Ely, Selbach, Kerber, Flach e outros.
1.6. José Corrêa Ferreira da Silva Filho, *29/10/1832, bat. 20/01/1833, São Leopoldo. Foi major do exército. Casou com Margarida Antônia de Freitas, *Cachoeira do Sul e falecida entre 1902/1912, Cachoeira do Sul, filha de Antônio José de Farias e Brígida Maria de Jesus. Em 1875, quando do inventário paterno, José Corrêa da Silva era morador em Cachoeira do Sul. Em 1848, por ocasião do censo realizado pelo Dr. Daniel Hillebrand, consta José Corrêa da Silva, com 20 anos, de profissão curtidor, residente no Campo Ocidental da então Colônia Alemã do Rio dos Sinos. O casal gerou doze filhos, todos com descendência em Cachoeira do Sul.
1.7. Florisbela Maria do Rosário (ou também Florisbela Maria Corrêa Ferreira da Silva e, ao casar, Bella Maria da Conceição), *08/12/1837 e bat. 10/04, São Leopoldo e falecida a 26/08/1907, no Rincão dos Ilhéus, Novo Hamburgo. Casou a 20/08/1850, São Leopoldo, com seu primo segundo, Veríssimo Thimoteo (José) da Costa, *21/08/1828 e bat. 28/09, São Leopoldo, filho de Thimoteo José da Costa, natural da freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe da Ilha Graciosa, e de Rosa Maria da Conceição ou do Rosário (esta tia de Florisbela Maria), *23/11/1808, na Freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe da Ilha Graciosa; n.p. Antônio José da Costa e Maria do Rosário, ambos naturais da Ilha Graciosa; n.m. João de Quadros Bittencourt e Maria Rosa do Espírito Santo. Em 1861, moradores no Rincão dos Ilhéus, Novo Hamburgo, onde se fixaram. O casal foi pai de treze filhos que seguiram os sobrenomes: “Thimoteo da Costa”; Thimoteo ou somente Costa, com larga descendência em Novo Hamburgo.
*Do casamento de José Corrêa Ferreira da Silva com Carolina G. H. Koch houve os filhos:
1.8. Josefa Corrêa Ferreira da Silva, *26/03/1841, bat. 09/05/1842, São Leopoldo, onde faleceu com cinco anos de idade, aos 08/12/1846.
1.9. Inocêncio Corrêa Ferreira da Silva, *16/09/1843, bat. 02/12/1843, São Leopoldo, onde faleceu com menos de um ano, aos 03/05/1844.
1.10. Raymundo Corrêa Ferreira da Silva ou somente Raymundo Corrêa da Silva, *30/08/1845, bat. 09/11/1845, São Leopoldo, onde faleceu a 09/02/1915. Desempenhou vários cargos públicos na então vila de São Leopoldo, onde foi delegado de polícia, tenente-coronel, subintendente (vice-prefeito) do 1° Distrito de São Leopoldo, presidente do Conselho da Instrução Pública, juiz de paz, dentre outros. Casou duas vezes, a primeira com Carolina Diehl, com quem teve onze filhos, e, a segunda, com Maria Paulina Mayer, com quem teve seis filhos (dentre eles: Julieta Corrêa da Silva, minha bisavó), cujas descendências serão tratadas oportunamente.
1.11. Saturnina Corrêa Ferreira da Silva, *1º/06/1848, bat. 01/11, São Leopoldo, onde faleceu com menos de três anos de idade, aos 14/01/1851.
***
[1] Mais informações da história e genealogia da família Krüger, vide no site: www.kruger-krieger.com/ e neste blog: http://pufal.blogspot.com.br/2012/11/alemaes-no-rs-os-krugerkrieger.html
[2] Conforme consta no inventário de José Corrêa Ferreira da Silva, autuado em São Leopoldo, em 1875 (n.º 655, maço 23, estante 71, cartório 1º órfãos, Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul) 

4 comentários:

Sheila Corrêa da Silva disse...

Eu sou a Sheila Corrêa da Silva, filha de Emir, neta de Eulier, bisneta de Cuertier e trineta de José Corrêa da Silva. Nasci e moro na cidade do Rio de Janeiro.

Sheila Corrêa da Silva disse...

Eu sou a Sheila Corrêa da Silva, filha de Emir, neta de Eulier, bisneta de Cuertier e trineta de José Corrêa da Silva q foi casdo com a Sebastiana Corrêa da Silva. Nasci e moro na cidade do Rio de Janeiro.
Meu email sheilana44@gmail.com

liane disse...

Eu sou Liane Correa neta de Osmar Correa, Bisneta de Guilhermina correa e Quintino correa, Nasci em Canguçu no Rio grande do Sul e meus descendentes são de São lourenço do Sul Rs,( mais precisamente na localidade de Faxinal de São Lourenço) ate hoje procuramos dois irmãos do meu vó que se chamam Santo Correa e Marina Correa, meu Avô ja faleceu mas gostaríamos de encontrar os irmãos de meu avô. obrigada qualquer informação entrar em contato pelo email Obrigada
Meu email lianeecorrea7@gmail.com

Anônimo disse...

Olá me chamo Elisana, minha mãe é Elisa Corrêa da Silva tem 83 anos, nasceu em São Leopoldo, o meu avô era Henrique Corrêa da Silva trabalhava como ferroviário, gostaria de tet informações sobre os irmãos do meu avô Henrique, obrigada. Segue meu e mail : elisana.lanius@outlook.com